A Aureon estrutura operações de crédito com lastro para empresas e incorporadoras, e o investidor participa delas por meio de títulos de renda fixa digitais. Veja em 3 minutos como funciona, quais são as proteções e os riscos.
Rentabilidade-alvo, não garantida. Leia a seção de riscos antes de investir.
Empresas boas precisam de capital, e o banco costuma ser lento ou caro. A Aureon analisa, estrutura e conecta esse crédito a investidores, com lastro e regras definidas.
A aplicação é feita pela plataforma de distribuição da emissão, a partir de R$ 500.
Os recursos vão para operações analisadas pela Aureon, com lastro em recebíveis, imóveis ou outras garantias das empresas.
As empresas pagam as operações com juros. Esse fluxo remunera o investidor e o dinheiro volta a girar em novas operações.
A Aureon trabalha com diferentes estruturas, sempre com lastro e análise caso a caso. Alguns exemplos:
Antecipação de duplicatas, contratos e medições de empresas que vendem a prazo para clientes sólidos.
Recursos para tirar do papel ou concluir etapas de empreendimentos, com garantia de imóveis e dos recebíveis das vendas.
Crédito para o fluxo de caixa de empresas, com garantia real ou cessão de recebíveis.
Primeira emissão da Companhia Securitizadora Aureon, distribuída como token de renda fixa.
Não. CDI + 6% ao ano é uma meta. Não há FGC nem garantia real; a proteção vem do lastro de cada operação, da análise caso a caso, da pulverização e da reserva.
Em crédito para empresas e incorporadoras da economia real, como antecipação de recebíveis, capital ponte para empreendimentos e capital de giro com garantia, sempre dentro dos critérios definidos na escritura da emissão.
A carteira é espalhada para que um atraso não comprometa tudo. As operações têm lastro que pode ser executado, a reserva cobre até 3 meses de juros e, acima de 7% de atraso, param novas operações com aquele devedor.
O CDB tem FGC e risco menor, mas rende menos. Aqui o retorno-alvo é maior porque o risco é de crédito privado. É um investimento para diversificar, não para a reserva de emergência.
É um investimento para levar até o fim. Existe regra de recompra na escritura, com limites. Conte que o dinheiro fica aplicado.
Pela plataforma de distribuição, com os pagamentos e prazos registrados, além das atualizações das operações enviadas pela Aureon.
Não. Mas é importante entender os riscos. Por isso a gente prefere conversar antes, com calma, para ver se faz sentido para o seu momento.
Fundador da Aureon
Empresário do setor da construção civil no RS. Passou anos do lado de quem constrói: regularizando obras, ensinando profissionais do setor e viabilizando financiamentos para famílias comprarem o imóvel próprio. Foi aí que viu de perto o quanto boas empresas pagam caro e esperam demais por crédito. Criou a Aureon para aproximar esse crédito de quem investe, num negócio que une as três coisas de que mais gosta: mercado imobiliário, tecnologia e finanças.
Sem pressa e sem compromisso. Explico a operação, tiro as dúvidas e você decide se faz sentido.